sábado, 4 de fevereiro de 2012

 

 

 

 

 

 

 

 Amor é uma aliança

Existem muitas outras diferenças entre alianças e contratos. Um contrato é geralmente um acordo escrito baseado em desconfiança, traçando as condições e conseqüências caso seja quebrado. Uma aliança é um compromisso verbal baseado na verdade, assegurando a alguém de que a sua promessa é incondicional e boa para a vida. É feita diante de Deus como um ato de amor um pelo outro.Um contrato é para interesse próprio e vem com responsabilidades limitadas. Ele estabelece um período de tempo para a vida útil de certas mercadorias. Uma aliança é para benefício deoutros e vem com responsabilidades ilimitadas. Não tem data.valide. É até que a morte nos separe". Um contrato pode ser quebrado com consentimento mútuo. Uma aliança é planejada para ser inquebrável. A Bíblia contém muitas outras alianças maiores como parte da declarada história do povo de Deus. Deus fez uma aliança com Noé prometendo que a terra nunca mais seria destruída pelas águas de um dilúvio (Gênesis 9:12-17). Ele fez uma aliança com Abraâo prometendo que uma nação inteira de descendentes viria da linhagem da sua família (Gênesis 17: 1-8). Ele fez uma aliança com Moisés declarando que o povo de Israel seria possessão permanente de Deus (Êxodo 19:3-6). Ele fez uma aliança com Davi prometendo que um rei se assentaria em seu trono para sempre (2 Samuel 7:7-16). No final de tudo, Ele fez uma "nova aliança" pelo sangue de Cristo, estabelecendo uma herança interminável e imutável de perdão de pecados e de vida eterna para aqueles que crêem n’Ele (Hebreus 9:15). E nenhuma vez sequer Deus quebrou alguma dessas alianças. E tem o casamento - a aliança mais forte entre duas pessoas na terra, a promessa de um homem e uma mulher de estabelecerem um amor que é incondicional e que dura por toda uma vida. No casamento, o anel representa os votos da aliança - não meras obrigações que você espera cumprir, mas promessas pensadas previamente, declaradas publicamente e testemunhadas por outros. Assim como você leu inúmeras vezes nas páginas desse livro, manter esta aliança não é algo que você pode fazer pelas suas próprias forças. Existe uma razão que explica por que Deus foi o primeiro a estabelecer alianças com Seu povo. Apenas Ele é capaz de cumprir as exigências de Suas próprias promessas. Apenas Ele é capaz de perdoar os que fazem aliança com Ele, mas falham em,manter a sua parte no acordo. Mas o Espírito de Deus está em você em razão da sua fé em Seu Filho e da graça concedida a você em salvação. Isso significa que agora você pode exercitar seu papel de protetor da aliança, não importa o que se levante para desafiar sua fidelidade a ela. Especialmente se o seu cônjuge não está agora no lugar de receber o seu amor, o ato de proteger a aliança pode crescer mais ameaçador com o passar dos dias. Mas o casamento não e um contrato com cláusulas escapatórias e exceções. O casamento é uma aliança projetada para acabar com todos os atalhos de fuga ou retrocesso. Não há nada em todo o mundo que possa separar o que Deus uniu. O seu amor é baseado na aliança. Centenas de anos após o profeta Malaquias ter registrado estas palavras, as pessoas ainda se perguntam por que Deus às vezes retém Sua mão de abençoar suas casas e casamentos. "Todavia perguntais: Por quê? Porque o Senhor tem sido testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, para com a qual procedeste deslealmente sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança. Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel, e aquele que cobre de violência o seu vestido; portanto cuidai de vós mesmos, diz o Senhor dos exércitos; e não sejais infiéis." (Malaquias 2: 14, 16) Todo casamento é chamado para ser um retrato terreno da aliança celestial de Deus com a igreja. O casamento é para mostrar ao mundo a glória e a beleza do amor incondicional de Deus por nós. Jesus disse, "como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor" (João 15:9). Permita que a Palavra d’Ele o inspire a ser canal do amor de
Deus para o seu cônjuge. A hora é agora, homem ou mulher de Deus, de renovar a sua aliança de amor com toda sinceridade e entrega. O amor é um tesouro sagrado para ser trocado por outro, e um laço muito poderoso para ser quebrado sem conseqüências terríveis. Ligue-se mais uma vez àquele (a) que Deus entregou para você cuidar, apreciar e honrar. A união de vocês está em suas mãos. Seja desafiado a segurá-la e nunca deixá-la acabar.

"Que sejam um para o outro e ambos para Deus"

                          

Felizes no amor
O que é preciso para ser feliz? E ainda mais ser feliz com ele ou com ela? Quais são alguns dos segredos para uma vida a dois? Quando um homem e uma mulher decidem unir-se da maneira mais completa possível, há muita coisa emvolvida, coisas que devem ser feitas e outras que devem ser evitadas. E tudo com um objetivo. A felicidade mutua.  um manual para aqueles que estão se preparando para a vida a dois, e para aqueles que já se uniram, mas desejam enriquecer seu relacionamento descobrindo novos horizontes.

Coversando com o AMOR



Um homem sábio resolveu perguntar a um completo leigo sobre o amor.
Intrigado, o leigo respondeu em poucas palavras, aliás, em exatamente 3 palavras, oque era o amor. Sua resposta foi essa:
- É um SENTIMENTO!
O Sábio, como haveria de ser, desdenhou do homem leigo, afinal, onde já se viu, definir o AMOR em 3 palavras… Sendo assim, resolveu explicar sobre o amor, o sábio, ao leigo… e lhe disse:
A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.
E disse mais, inclusive sobre a escala do amor:
* Eros (amor) – um amor apaixonado fundamentado e baseado na aparência física
* Psiquê – um amor “espiritual”, baseado na mente e nos sentimentos eternos
* Ludus – o amor que é jogado como um jogo; amor brincalhão
* Storge – um amor afetuoso que se desenvolve lentamente, com base em similaridade
* Pragma – pragmática amor, amor que visualiza apenas o momento e a necessidade temporária, do agora.
* Mania – amor altamente emocional; instável; o estereótipo de amor romântico
* Agape – amor altruísta; espiritual
E disse muito mais sobre o amor ao leigo, que escutava-o atentamente.
Findas as explicações, inclusives filosóficas sobre o AMOR, resolveu então, perguntar novamente ao leigo sobre o amor, o qual lhe respondeu, novamente com 3 palavras:
“Eu AMO Alguém”
E, antes mesmo do sábio interferir, resmungou:
“Quem define o AMOR, nunca AMOU”
O sábio, diante do resmungo simplório e sem rodeios do leigo calou-se, afinal, aquele leigo tinha toda razão.

Sobre o Muito Te Colocarei


 ”Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21).
Estava o imperador Napoleão I diante de um grupo de soldados, quando, de repente, seu cavalo saiu em disparada.  Um dos soldados ali presentes, percebendo a situação difícil em que o seu imperador se encontrava, lançou-se sobre o animal e, segurando firme as rédeas, conseguiu detê-lo, evitando que Napoleão caísse.
O imperador, vendo a coragem e determinação do soldado, cumprimentou-o dizendo: “Muito agradecido, meu capitão!” Espantado com aquelas palavras, visto que era apenas um simples soldado, mas ao mesmo tempo confiando nas palavras do imperador, o soldado replica: “Capitão de que regimento, senhor?” “Da minha guarda pessoal, respondeu Napoleão”.
Ele obteve vitória por crer nas palavras do emperador.  Assim deve acontecer com cada um de nós em relaçào a Deus.  Façamo-lo verdadeiro.
A dúvida, a insegurança, e muitas vezes a covardia, impedem que alcancemos nossas metas e a realização de grandes sonhos.  Quantas bênçãos deixamos de receber exatamente por não crer naquilo que Deus está falando para nós ou que nos está dirigindo a fazer?
E, se não temos a ousadia e fé para cumprir pequenos desafios do Senhor para seguir avante em busca de nossos ideais, como poderá Ele nos colocar diante dos maiores Deixemos de lado toda incredulidade e, confiando nas palavras do Senhor, prossigamos em busca de nossa vitória!

 

Três Pregos e um Martelo

Três pregos e um martelo foram suficientes para consumar o acontecimento mais importante da história da humanidade. Um acontecimento que, depois de dois mil anos, ainda influi poderosamente na vida de todas as pessoas, incluindo eu e você.
Imagine-se no princípio do século l da nossa era e procure reconstituir em sua mente a cena que descreverei:
Estamos na Palestina, nos arredores da cidade de Jerusalém. No topo dum monte sem vegetação estão plantadas três cruzes de madeira rústica. Ne las agonizam os condenados, contorcendo-se, torturados pelas dores atrozes que este tipo de suplício produz. O sangue escorre das feridas abertas nas mãos e nos pés, e embebe a terra árida e quente. O calor é escaldante; o sol está a pino; o ar, parado. Nem uma leve brisa a suavizar o fogo da febre que consome os crucificados.
O sofrimento é indescritível. Não pelos pregos, que os ferimentos não são mortais. Ninguém mor re da crucificação. O que atormenta é a febre alta, as cãibras violentas, a sede terrível, a posição incó moda, a gangrena que logo toma conta, e sobretudo a vergonha de ser transformado em alvo dos olhares duma multidão de curiosos.
Os soldados, terminada a montagem do espetáculo que o governo romano ordenou para exe cução da sua justiça inflexível, repartem entre si as roupas retiradas dos condenados, um reforço ao magro soldo que o Império lhes dá. Em volta, uma multidão barulhenta de homens e mulheres, gente de todas as idades, naturais da terra e estrangei ros, todos sedentos de sangue e novidade, deleita-se com os gemidos lancinantes que a cada instante cortam o espaço.
Embora fossem comuns os espetáculos de cru cificação, castigo que os romanos inventaram para punir os crimes mais nefandos, este apresenta uma novidade: além da multidão variada que o pre sencia, estão ali também as principais autoridades religiosas do país.
E mais estranho ainda é que elas, sempre hostis aos romanos, agora estão solidárias com os dominadores, apoiando com entusiasmo a morte de um dos condenados, o do centro. É a ele que se diri gem as atenções de todos. Alguns olham para eles e enxugam lágrimas quentes e sentidas, especial mente umas mulheres, entre as quais uma prema­turamente envelhecida, cuja face macilenta revela profunda dor.
Ele mesmo é diferente. Parece suportar com re signação incomum aquele doloroso suplício. Este, sofrendo atrozmente, mas não protesta nem blasfema como os outros. Pelo contrário, recebe com paciência os insultos pesados e a chacota das auto ridades, antes circunspectas e respeitáveis, agora fazendo uma algazarra que demonstra haverem perdido todo o respeito próprio. Seu corpo nu apre senta sulcos profundos nas costas, abertos pelas vigorosas chicotadas que lhe mandaram aplicar; no rosto, manchas de fortes pancadas; a fronte, salpicada de sangue das feridas feitas por uma co roa de espinheiro que lhe puseram na cabeça.
Suspenda agora esta leitura, feche os olhos e imagine a cena. Sinta-a em sua crueza, considere-se um dos seus espectadores. Imagine-se ali, diante daquelas três cruzes, no meio da multidão.
Quem é aquele condenado? Que crime prati cou? A tabuleta no alto da cruz explica: “Jesus nazareno, o rei dos judeus”. O comandante da guarda, ao ver como ele morria, exclamou: “Na verdade, este homem era justo”.
Se era justo, por que foi crucificado? Se era justo, por que sofreu tanto? A chave do enigma é um homem chamado Barrabás, que está no meio da multidão, e contempla com espanto aquela cruz. Barrabás repete para que todos ouçam: “Ele mor reu em meu lugar. Era eu que devia estar naquela cruz. Ele morreu por mim”.
Barrabás era um malfeitor e assassino; estava condenado à crucificação; mesmo assim, quando ia pagar seus crimes, Jesus tomou seu lugar. Barrabás sou eu. É você. é cada ser humano. “Todos pecaram”, diz Deus. Eu pequei. Você pe cou. Todos pecaram. E Jesus morreu pelos peca dores, como eu e você. Ele mesmo disse que ia morrer, que ia dar a sua vida pelos pecadores. Po deria ter escapado da cruz, mas não quis, porque nos amou. Por amor a nós ele se esvaziou da gló ria do céu, tomou a forma humana, viveu entre os homens, e caminhou voluntariamente para a morte na cruz.
Se ele não morresse, Barrabás teria de morrer. Aquela cruz não ficaria vazia: Jesus ou Barrabás; Jesus ou eu. Jesus ou você.
Talvez você recuse confessar, mas é pecador. E Deus declara que “O salário do pecado é a mor te”. Morte eterna, isto é, o fogo do inferno, que existe e não adianta negar. Uma eternidade de so frimento para quem não quiser ser substituído por Jesus. Ele, que nunca pecou, pôde sofrer pelo meu pecado, pelo seu pecado, pelo pecado de todos. Por que Ele era justo. Não tinha culpa própria para precisar sofrer o respectivo castigo.
Todavia, a morte na cruz em lugar do peca dor não foi o fim de Jesus. Quando Ele anunciava aos seus seguidores a sua própria morte, sempre deixava claro que havia de ressuscitar ao terceiro dia. É que Ele era o próprio Deus em forma hu mana e portanto a morte não o poderia reter.
“Ele ressuscitou!”, foi a boa-nova que começou a circular naquela manhã ensolarada de domingo e continua a espalhar-se pelo mundo inteiro, como a maior mensagem de esperança que ouvidos humanos já ouviram. A vitória de Jesus Cristo sobre a morte foi a nossa vitória também pois, como diz a Bíblia, Ele morreu “pare que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse a todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida”.

Foi por isso e para isso que Jesus morreu. Mor reu e ressuscitou. E agora é você quem escolhe. Reconheça os seus pecados, arrependa-se deles, re solva abandoná-los, confie na promessa da Bíblia que diz: “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado”, e lhe acontecerá o mes mo que a Barrabás e a mim: você será salvo da morte eterna, do inferno, porque Jesus morreu em seu lugar e ressuscitou dos mortos para fazê-lo vito rioso sobre a morte.
Decida. É uma oportunidade que não deve pas sar. Oferecemos-lhe todo o nosso apoio, porque estamos prontos a ajudá-lo a mudar completamente o rumo da sua vida e manter-se vitoriosamente nessa nova vida. Vida que brota daquela morte que três pregos e um martelo consumaram. Vida em Cristo.

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