sábado, 4 de fevereiro de 2012

"Que sejam um para o outro e ambos para Deus"

                          

Felizes no amor
O que é preciso para ser feliz? E ainda mais ser feliz com ele ou com ela? Quais são alguns dos segredos para uma vida a dois? Quando um homem e uma mulher decidem unir-se da maneira mais completa possível, há muita coisa emvolvida, coisas que devem ser feitas e outras que devem ser evitadas. E tudo com um objetivo. A felicidade mutua.  um manual para aqueles que estão se preparando para a vida a dois, e para aqueles que já se uniram, mas desejam enriquecer seu relacionamento descobrindo novos horizontes.

Coversando com o AMOR



Um homem sábio resolveu perguntar a um completo leigo sobre o amor.
Intrigado, o leigo respondeu em poucas palavras, aliás, em exatamente 3 palavras, oque era o amor. Sua resposta foi essa:
- É um SENTIMENTO!
O Sábio, como haveria de ser, desdenhou do homem leigo, afinal, onde já se viu, definir o AMOR em 3 palavras… Sendo assim, resolveu explicar sobre o amor, o sábio, ao leigo… e lhe disse:
A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.
E disse mais, inclusive sobre a escala do amor:
* Eros (amor) – um amor apaixonado fundamentado e baseado na aparência física
* Psiquê – um amor “espiritual”, baseado na mente e nos sentimentos eternos
* Ludus – o amor que é jogado como um jogo; amor brincalhão
* Storge – um amor afetuoso que se desenvolve lentamente, com base em similaridade
* Pragma – pragmática amor, amor que visualiza apenas o momento e a necessidade temporária, do agora.
* Mania – amor altamente emocional; instável; o estereótipo de amor romântico
* Agape – amor altruísta; espiritual
E disse muito mais sobre o amor ao leigo, que escutava-o atentamente.
Findas as explicações, inclusives filosóficas sobre o AMOR, resolveu então, perguntar novamente ao leigo sobre o amor, o qual lhe respondeu, novamente com 3 palavras:
“Eu AMO Alguém”
E, antes mesmo do sábio interferir, resmungou:
“Quem define o AMOR, nunca AMOU”
O sábio, diante do resmungo simplório e sem rodeios do leigo calou-se, afinal, aquele leigo tinha toda razão.

Sobre o Muito Te Colocarei


 ”Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21).
Estava o imperador Napoleão I diante de um grupo de soldados, quando, de repente, seu cavalo saiu em disparada.  Um dos soldados ali presentes, percebendo a situação difícil em que o seu imperador se encontrava, lançou-se sobre o animal e, segurando firme as rédeas, conseguiu detê-lo, evitando que Napoleão caísse.
O imperador, vendo a coragem e determinação do soldado, cumprimentou-o dizendo: “Muito agradecido, meu capitão!” Espantado com aquelas palavras, visto que era apenas um simples soldado, mas ao mesmo tempo confiando nas palavras do imperador, o soldado replica: “Capitão de que regimento, senhor?” “Da minha guarda pessoal, respondeu Napoleão”.
Ele obteve vitória por crer nas palavras do emperador.  Assim deve acontecer com cada um de nós em relaçào a Deus.  Façamo-lo verdadeiro.
A dúvida, a insegurança, e muitas vezes a covardia, impedem que alcancemos nossas metas e a realização de grandes sonhos.  Quantas bênçãos deixamos de receber exatamente por não crer naquilo que Deus está falando para nós ou que nos está dirigindo a fazer?
E, se não temos a ousadia e fé para cumprir pequenos desafios do Senhor para seguir avante em busca de nossos ideais, como poderá Ele nos colocar diante dos maiores Deixemos de lado toda incredulidade e, confiando nas palavras do Senhor, prossigamos em busca de nossa vitória!

 

Três Pregos e um Martelo

Três pregos e um martelo foram suficientes para consumar o acontecimento mais importante da história da humanidade. Um acontecimento que, depois de dois mil anos, ainda influi poderosamente na vida de todas as pessoas, incluindo eu e você.
Imagine-se no princípio do século l da nossa era e procure reconstituir em sua mente a cena que descreverei:
Estamos na Palestina, nos arredores da cidade de Jerusalém. No topo dum monte sem vegetação estão plantadas três cruzes de madeira rústica. Ne las agonizam os condenados, contorcendo-se, torturados pelas dores atrozes que este tipo de suplício produz. O sangue escorre das feridas abertas nas mãos e nos pés, e embebe a terra árida e quente. O calor é escaldante; o sol está a pino; o ar, parado. Nem uma leve brisa a suavizar o fogo da febre que consome os crucificados.
O sofrimento é indescritível. Não pelos pregos, que os ferimentos não são mortais. Ninguém mor re da crucificação. O que atormenta é a febre alta, as cãibras violentas, a sede terrível, a posição incó moda, a gangrena que logo toma conta, e sobretudo a vergonha de ser transformado em alvo dos olhares duma multidão de curiosos.
Os soldados, terminada a montagem do espetáculo que o governo romano ordenou para exe cução da sua justiça inflexível, repartem entre si as roupas retiradas dos condenados, um reforço ao magro soldo que o Império lhes dá. Em volta, uma multidão barulhenta de homens e mulheres, gente de todas as idades, naturais da terra e estrangei ros, todos sedentos de sangue e novidade, deleita-se com os gemidos lancinantes que a cada instante cortam o espaço.
Embora fossem comuns os espetáculos de cru cificação, castigo que os romanos inventaram para punir os crimes mais nefandos, este apresenta uma novidade: além da multidão variada que o pre sencia, estão ali também as principais autoridades religiosas do país.
E mais estranho ainda é que elas, sempre hostis aos romanos, agora estão solidárias com os dominadores, apoiando com entusiasmo a morte de um dos condenados, o do centro. É a ele que se diri gem as atenções de todos. Alguns olham para eles e enxugam lágrimas quentes e sentidas, especial mente umas mulheres, entre as quais uma prema­turamente envelhecida, cuja face macilenta revela profunda dor.
Ele mesmo é diferente. Parece suportar com re signação incomum aquele doloroso suplício. Este, sofrendo atrozmente, mas não protesta nem blasfema como os outros. Pelo contrário, recebe com paciência os insultos pesados e a chacota das auto ridades, antes circunspectas e respeitáveis, agora fazendo uma algazarra que demonstra haverem perdido todo o respeito próprio. Seu corpo nu apre senta sulcos profundos nas costas, abertos pelas vigorosas chicotadas que lhe mandaram aplicar; no rosto, manchas de fortes pancadas; a fronte, salpicada de sangue das feridas feitas por uma co roa de espinheiro que lhe puseram na cabeça.
Suspenda agora esta leitura, feche os olhos e imagine a cena. Sinta-a em sua crueza, considere-se um dos seus espectadores. Imagine-se ali, diante daquelas três cruzes, no meio da multidão.
Quem é aquele condenado? Que crime prati cou? A tabuleta no alto da cruz explica: “Jesus nazareno, o rei dos judeus”. O comandante da guarda, ao ver como ele morria, exclamou: “Na verdade, este homem era justo”.
Se era justo, por que foi crucificado? Se era justo, por que sofreu tanto? A chave do enigma é um homem chamado Barrabás, que está no meio da multidão, e contempla com espanto aquela cruz. Barrabás repete para que todos ouçam: “Ele mor reu em meu lugar. Era eu que devia estar naquela cruz. Ele morreu por mim”.
Barrabás era um malfeitor e assassino; estava condenado à crucificação; mesmo assim, quando ia pagar seus crimes, Jesus tomou seu lugar. Barrabás sou eu. É você. é cada ser humano. “Todos pecaram”, diz Deus. Eu pequei. Você pe cou. Todos pecaram. E Jesus morreu pelos peca dores, como eu e você. Ele mesmo disse que ia morrer, que ia dar a sua vida pelos pecadores. Po deria ter escapado da cruz, mas não quis, porque nos amou. Por amor a nós ele se esvaziou da gló ria do céu, tomou a forma humana, viveu entre os homens, e caminhou voluntariamente para a morte na cruz.
Se ele não morresse, Barrabás teria de morrer. Aquela cruz não ficaria vazia: Jesus ou Barrabás; Jesus ou eu. Jesus ou você.
Talvez você recuse confessar, mas é pecador. E Deus declara que “O salário do pecado é a mor te”. Morte eterna, isto é, o fogo do inferno, que existe e não adianta negar. Uma eternidade de so frimento para quem não quiser ser substituído por Jesus. Ele, que nunca pecou, pôde sofrer pelo meu pecado, pelo seu pecado, pelo pecado de todos. Por que Ele era justo. Não tinha culpa própria para precisar sofrer o respectivo castigo.
Todavia, a morte na cruz em lugar do peca dor não foi o fim de Jesus. Quando Ele anunciava aos seus seguidores a sua própria morte, sempre deixava claro que havia de ressuscitar ao terceiro dia. É que Ele era o próprio Deus em forma hu mana e portanto a morte não o poderia reter.
“Ele ressuscitou!”, foi a boa-nova que começou a circular naquela manhã ensolarada de domingo e continua a espalhar-se pelo mundo inteiro, como a maior mensagem de esperança que ouvidos humanos já ouviram. A vitória de Jesus Cristo sobre a morte foi a nossa vitória também pois, como diz a Bíblia, Ele morreu “pare que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse a todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida”.

Foi por isso e para isso que Jesus morreu. Mor reu e ressuscitou. E agora é você quem escolhe. Reconheça os seus pecados, arrependa-se deles, re solva abandoná-los, confie na promessa da Bíblia que diz: “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado”, e lhe acontecerá o mes mo que a Barrabás e a mim: você será salvo da morte eterna, do inferno, porque Jesus morreu em seu lugar e ressuscitou dos mortos para fazê-lo vito rioso sobre a morte.
Decida. É uma oportunidade que não deve pas sar. Oferecemos-lhe todo o nosso apoio, porque estamos prontos a ajudá-lo a mudar completamente o rumo da sua vida e manter-se vitoriosamente nessa nova vida. Vida que brota daquela morte que três pregos e um martelo consumaram. Vida em Cristo.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012




 





Quem você escolheria?

Uma mulher regava o jardim de sua casa

e viu três idosos com os seus anos de experiência em frente ao seu jardim.

Ela não os conhecia e lhes disse
- Não os conheço, mas devem estar com fome.
Por favor entrem em minha casa para que possam comer algo.

Eles perguntaram:
- O homem da casa está ?
- Não, respondeu ela, não está.

- Então não podemos entrar, disseram eles.
Ao entardecer, quando o marido chegou, ela contou-lhe o sucedido.

O marido lhe disse:
- Então vá lá e diga a eles que já cheguei e os convide para entrar.
A mulher saiu e convidou os homens para entrarem em sua casa.
- Não podemos entrar numa casa os três juntos, explicaram os velhos.
- Por quê?, quis saber ela.
Um dos homens apontou para outro dos seus amigos e explicou:
O nome dele é Riqueza.
Depois apontou para o outro.
O nome dele é Êxito e eu me chamo Amor.
Agora entre e decida com o seu marido
qual de nós três, vocês desejam convidar para entrar em vossa casa.
A mulher entrou em casa e contou a seu marido o que eles lhe haviam dito.
O homem ficou muito feliz e replicou:
- Que bom!
Já que é assim, vamos convidar a Riqueza, que entre e encha a nossa casa.
Sua esposa não estava de acordo:
- Querido, por que não convidamos o Êxito?
A filha do casal estava escutando tudo e veio correndo a dizer:
- Não seria melhor convidar o Amor?
Nosso lar ficaria então cheio de amor.
- Vamos escutar o conselho de nossa filha, disse o esposo à sua mulher. Vá lá fora e convide o Amor para que seja nosso hóspede.
A esposa saiu e perguntou-lhes:
- Qual de vocês é o Amor? Por favor entre e seja nosso convidado.
O Amor sentou-se em sua cadeira e começou a avançar para a casa.
Os outros dois também levantaram-se e o seguiram.
Surpresa, a mulher perguntou à Riqueza e ao Êxito:
- Só convidei o Amor, por que vocês estão vindo também ?
Os homens responderam juntos:
- Se tivessem convidado a Riqueza ou o Êxito os outros dois permaneceriam aqui fora, mas já que convidaram o Amor, aonde ele vai, nós vamos com ele.
Onde houver amor, há também riqueza e êxito.

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