segunda-feira, 18 de junho de 2012

    O ESPÍRITO SANTO CONVECE O HOMEM DO PECADO, DA JUSTIÇA, E DO JUÍZO


                         

“Todavia, digo-vos a verdade: que vos convém que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, se eu for, enviar-vo-lo-ei. E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.” (João 16:7-8)

JESUS, que havia reunido os discípulos, falava do que aconteceria naqueles dias vindouros. A missão que o Pai lhe confiara estava prestes a terminar e era necessário que JESUS voltasse para Aquele que o havia enviado (vs 5).

JESUS enfatiza que o Consolador viria para continuar o plano da redenção do homem, planejado por DEUS. E JESUS destaca que o Espírito Santo convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo (vs 8). E o Espírito Santo de DEUS veio, conforme a palavra de JESUS, e foi derramado em Jerusalém (Atos 2:1-5).

Quem, por mais puro que possa ser, pode convencer o homem do pecado? O pecado está ligado à natureza humana, desde a queda. O pecado ronda, ataca e destrói todo aquele que é seu servo. O homem, além de não admitir seu pecado, faz a vontade da carne. E a concupiscência da carne leva a morte (Tg 1:14-15).

Então há necessidade que uma pessoa (O Espírito Santo de DEUS é uma pessoa) com poder sobrenatural intervenha a favor daqueles que querem, e não conseguem por si só, abandonar o pecado. Ele, Espírito Santo, tem a capacidade de apontar os pecados e libertar o homem para DEUS.

Qual o advogado ou juiz, por mais sábio que seja, pode convencer o homem da justiça? Quantas vezes lemos, ou vemos nos jornais televisivos, a respeito desses profissionais envolvidos em escândalos? E isso já existia nos tempos de JESUS aqui na terra, bastar ler sobre os principais do povo que, praticando injustiças, enganavam as pessoas e queriam matar o SENHOR (Lc 19:47). A injustiça opera no mundo em grande escala.
                                          
Então como convencer o homem da justiça, num mundo injusto? Impossível para o homem, mas possível para DEUS através do Seu Espírito Santo. A justiça de DEUS está entre nós, aqueles que o servem através da aceitação de JESUS. E no tempo certo, o SENHOR dará a resposta para os injustos.

Da mesma forma, como alguém pode convencer uma pessoa, acostumada a ver o pecado e a injustiça operando, do juízo desse mundo que jaz no maligno? (1João 5:19) O homem sozinho não consegue, mas debaixo da autoridade do Espírito Santo é possível.

Amados, temos um poderoso aliado da parte de DEUS: O Seu Espírito Santo. E esse poderoso e invencível Espírito está ao nosso lado nos ouvindo e intercedendo com gemidos inexprimíveis, junto a DEUS.

Que possamos a cada manhã, a cada tarde, a cada noite nos entregar para esse poderoso Espírito. E que a cada minuto, a cada segundo Ele nos renove em JESUS.

O pecado e a injustiça do mundo serão punidos, severamente, pelo juízo de DEUS naquele grande dia. O dia do SENHOR!

Abraços e fiquemos firmes em JESUS, o fiel.
                                         


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Sidney Moreira da Silva

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Cristãos sem igreja! Será possível entender isso? (LUIZ SAYÃO) 

 

 



Apesar de tantas perseguições, divisões e muitas heresias destruidoras e do grande progresso tecnológico e científico, a igreja de Cristo continua viva e forte no mundo de hoje. A verdade é que milhões de pessoas estão se convertendo a Cristo anualmente em todo o mundo, especialmente no Brasil. Apesar disso, as lutas externas e internas da igreja são inúmeras. Dentre os diversos problemas que afligem a igreja de hoje destaca-se a onda do “cristianismo sem igreja”.
Na realidade, algumas das tendências contemporâneas da sociedade atual têm contribuído para a elaboração de um “cristianismo diferente”, isto é, um cristianismo de massa, despersonalizado e individualista. Essa nova tendência tem contribuído para produzir um cristianismo sem igreja. Vamos analisar algumas das características desse desequilíbrio:

1)      Rejeição da cruz. Há uma certa tendência de estabelecer a oposição entre a pessoa de Deus e o sofrimento. Todo sofrimento e sacrifício pessoal é rejeitado por muita gente que se diz cristã. Em grande parte do mundo evangélico existe uma “busca frenética de felicidade imediata”. Como dizem alguns: “Quem tem Jesus não sofre mais”. Por essa razão, muitos fogem da igreja, pois querem evitar sofrimento. O desafio da comunhão com o próximo implica em sofrimento!

2)      Espiritualidade individualista. Grande parte da espiritualidade de hoje é voltada principalmente para as experiências individuais e emocionais. Para muitos a intensidade da experiência espiritual individual prova que a ação de Deus foi mais poderosa. Perdoar o outro, aumentar o salário da empregada, ser um cidadão politicamente responsável não são vistos como marcas espiritualidade; por outro lado, sentir arrepios na coluna, paz no coração, gritar no louvor, desmaiar de tanto poder, etc., são sinais de grande espiritualidade. Essa visão narcisista vê o irmão em Cristo como alguém que pode “atrapalhar” a “espiritualidade profunda”, pois Deus só é encontrado na individualidade e na experiência sensorial intensa.

3)      Rejeição de autoridade. Há gente que não quer fazer parte da igreja, por não aceitar submeter-se a nenhuma autoridade. Muitas são as pessoas que não querem prestar contas da vida a ninguém. Só procuram alguém que aceite sua maneira de pensar. São pessoas muito críticas, que só não criticam a si mesmas. Sentem-se donas da verdade, sendo escravos de seus próprios interesses pessoais.

4)      Consumismo da Fé. Muitos hoje vêem a igreja, e o próprio evangelho, como uma mercadoria a ser consumida. Não têm compromisso e procuram igrejas como um cliente. Em alguns casos, há aqueles que costumam freqüentar diversas igrejas. Numa “consomem” a boa mensagem do culto. Noutra “compram” o louvor mais “animado”, e ainda numa terceira “desfrutam” da escola bíblica para adquirir mais informações. Tais pessoas não se vêem como servos que devem doar-se para o Reino. Querem apenas ser agradadas. Não enxergam o conceito de corpo, de coletividade; não podem ver que a obra de Deus é sustentada pelo esforço de todos.

O Novo Testamento é claro quando afirma a necessidade da igreja local, expressão concreta da igreja universal. A epístola aos Efésios e as pastorais são textos que falam com profundidade da igreja e devem ser estudadas com muita atenção. Os escritos neotestamentários enfatizam a igreja enquanto reunião dos salvos em Cristo. Juntos adoram a Deus, estudam sua Palavra, edificam-se, proclamam a salvação, desenvolvem seus dons e manifestam o amor ao próximo.
Do ponto de vista de Deus, o cristão sem igreja é um herege. A oração cristã por excelência é o “Pai Nosso” e não o “Pai Meu”. O próprio Jesus enfatizou a importância do grupo (Mt 18.19-20) quando afirmou que está presente entre “dois ou três reunidos em seu nome”. Como é possível perdoar o outro se me isolo? Como posso desenvolver o meu dom espiritual sozinho? Como fazer missões sem a comunidade da fé? Como crescer espiritualmente sem fazer parte de uma igreja? Cristão sem igreja é um absurdo! A verdade é que por trás de uma crítica feroz contra a Igreja escondem-se a avareza, a arrogância, o ódio, a insubmissão, a falta de perdão, o comodismo, a frieza espiritual ou algum pecado oculto.

"... Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia." Hebreus 10:25

quarta-feira, 13 de junho de 2012

O caminho da vitória


           
 
II Coríntios 2
14 Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo

Quem realmente crê no que a bíblia diz, ao ler esta passagem, acaba de vez com qualquer teologia que coloque Deus sentado em um trono com um chicote na mão e pronto para esbofetear o seu primeiro filho que o desagrade, ou até mesmo, aqueles que dizem crer que Deus é aquele que tem o controle de todas as coisas, e mesmo assim, por falta de opção, de vez em quando anda colocando doenças ou algumas dificuldades bem fortes, mas somente para nosso bem. 

Deus é bom e sempre nos conduz em triunfo. Nunca vi alguém roubando outra pessoa ou a prejudicando apenas para beneficiá-la, e se um homem tendencioso ao que é ruim não age dessa forma com um filho, porque iremos pensar isso de um Deus que é amor?! Deus é bom e nada pode mudar seu caráter, nem o que outras pessoas dizem e nem minhas próprias experiências, pois a Palavra de Deus está acima de todas elas. 

Deus sempre nos conduz em triunfo. Ele sempre nos leva a vitória. Ele desconhece a derrota. Quando a bíblia diz que ele SEMPRE nos conduz em triunfo, ela está querendo dizer que ele SEMPRE nos conduz em triunfo. Sempre é sempre. Quando leio isso, penso que na vida do cristão que teme a Deus. Este, até quando ele acha que está tudo dando errado, está tudo dando é muito certo. Por vezes, quando vejo um amigo cristão que perdeu um emprego ou não conseguiu uma vaga que almejava tanto, aparentemente aquilo é lamentado como uma grande perda, mas lá na frente aparece uma oportunidade muito melhor e que se não fosse aquela "perda" ele não estaria desfrutando do novo. Posso dizer que isso é Deus o conduzindo em triunfo. 

Então não temos dúvida. Sabemos que Deus é bom e que ele é abençoador. Já cremos nisso, mas pode ser que você esteja se perguntando o por que de em momentos da vida não experimentar desse triunfo, desta vitória que Deus tem sempre para nós!

Observe que o texto diz que Deus nos CONDUZ a esse triunfo. Conduzir significa guiar. Isso está relacionado a direção espiritual, e quando nós falamos de direção espiritual, estamos falando de decisões espirituais que são tomadas por nós. O problema é que muitos cristãos ainda acham que o conduzir de Deus seria ele violar a nossa vontade e fazer do jeito que ele quer, e não é assim. Deus SEMPRE irá nos apontar e nos guiar para o caminho de vitória, para o caminho que vai dar certo, o caminho que não tem erro, mas nós sempre teremos as opções de sermos guiados por ele ou de seguirmos aquilo que nós queremos sem consultá-lo. 

Devemos ser guiados em todo o tempo pelo Espírito Santo de Deus e isso com certeza será garantia de Sucesso para nós.

 

 

 

A Benção do Senhor enriquece, e não acrescenta dores


          

Quando falamos numa prosperidade segunda a ótica de Deus, estamos nos referindo a uma prosperidade abençoada.
Existem pessoas que possuem muitos bens e são consideradas prósperas, dentro de um sistema de avaliação de prosperidade, pela quantidade de bens que têm, porém essa prosperidade não é acompanhada da benção de Deus e não nasce de um bem estar da alma; então, essas pessoas são prósperas pelo padrão do mundo mas não são abençoadas, pois não estão dentro do padrão de Deus.
Jesus conta a parábola de um homem muito rico mas que era insensato, não era próspero de alma. (Lc12:13 – 21). O homem era muito aplicado no que fazia, conseqüentemente, muito produtivo em construir, em plantar, em ordenar as coisas, por isso seus bens se multiplicaram, e agora ele precisava construir mais armazéns. O grande defeito desse homem era não zelar pela sua alma e julgar que ela se alimentaria e teria prazer nos bens materiais ao ponto de dizer consigo mesmo: “ …Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos. Descansa, come, bebe e folga.” (Lc 12:19). Porém, o julgamento divino veio sobre ele com a seguinte sentença: Você é louco (possui uma alma desequilibrada). Deus chama de louco todos que ajuntam riquezas para si mesmos mas não se interessam em serem ricos no relacionamento com Deus; pois ter coisas e não estar de bem com Deus é verdadeira insensatez e ruína para alma.
Quando conhecemos a prosperidade de Deus passamos a viver abençoados com essa prosperidade . “ Benção do Senhor traz riqueza; e não inclui dor alguma”. Pv.10.22 (…)
Ser próspero segundo o planejamento de Deus é muito mais do que semear sementes financeiras no seu Reino; é abraçar um estilo de Vida e praticar uma devoção sincera e contínua a Deus. As sementes financeiras fazem parte desse contexto e precisam ser semeadas por pessoas em devoção e comportamento pautado pelos princípios da palavra de Deus. Dessa forma haverá plena e total prosperidade e o desejo do apóstolo João sobre a vida de Gaio torna-se uma realidade concreta sobre todos os crentes: ” …desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai a tua alma.” (III João 2)

terça-feira, 12 de junho de 2012

                                 ESPERANÇA


                                              
A Bíblia inspira esperança. De Gênesis até o Apocalipse há uma corrente animadora de antecipação. O catástrofe no Jardim de Éden provocou a ira de Deus contra os culpados e contra a terra que os sustentaria, mas não falta a nota cristalina de esperança. O Proto-evangelho (Gn. 3:15) anuncia a boa-nova de um futuro bem melhor, Deus não abandonou o pecador à sua miséria.



Noé construiu a arca porque Deus inculcou esperança no seu coração. A raça não foi aniquilada porque Deus revelou uma visão de um futuro melhor. O chamado de Abraão para deixar sua terra e a parentela foi alicerçada em esperança. “Em ti serão benditas todas as famílias da terra.” (Gn. 12:3).



Quatrocentos anos de escravatura no Egito não conseguiram apagar totalmente essa chama de esperança. Deus confirmou com braço forte a Sua promessa de liberdade e independência sob o comando do soberano Senhor. Os profetas foram enviados com mensagens de juízo e de condenação. Mas, no meio de lutas, invasões, apostasia e adultério espirituais, os porta-vozes de Deus não deixaram de descrever quadros de vitória e salvação nos horizontes futuros. Isaías escreveu assim, 200 anos antes do Exílio: “Consolai, consolai, o meu povo, diz o vosso Deus...a glória do Senhor se manifestará e toda a carne a verá... Eis que o Senhor Deus virá com poder e o Seu braço dominará; eis que o seu galardão está com ele e, diante dele, a sua recompensa.” (40:1-10). Não era para Israel cair no poço fundo da depressão e do desespero, porque Deus promete voltar a mostrar os Seus cuidados amorosos especiais.




Esperança na Bíblia é assim. Em meio a terríveis aflições e sofrimentos provocados pela rebeldia e pelo pecado do Seu povo, Deus promete uma mudança radical que alegraria o coração mais desesperado. Assim, o pessimismo se anula nas promessas de bênçãos de Deus quando a disciplina terá alcançado o seu efeito desejado.




Paulo vai ainda mais longe. Declara que a fé e o amor dos colossenses existiram “por causa da esperança que vos está preservada no céus” (1:5). No Antigo Testamento, a esperança na restauração do Povo Eleito. No Novo Testamento, crer na promessa de Deus da provisão da vida eterna na gloriosa presença de Deus, produz fé no Senhor Jesus e o amor fraternal. “Na esperança (ou ‘pela’), fomos salvos” (Rm. 8:24), sugere que a fé é gerada pela esperança nas promessas de Deus.




Sentidos distintos da palavra esperança. Devemos notar dois sentidos neste vocábulo. Primeiro, aquele que comunicamos quando dizemos: “Espero que este remédio me faça bem” ou “Espero que Roberto volte para casa antes de meia-noite”. Quer dizer, temos certa confiança que possivelmente um evento há de se concretizar. Desejamos que aconteça, mas carecemos de certeza.




A esperança “viva” (1 Pe. 1:3) não é assim. Comunica a mais completa segurança, uma vez que é acompanhada pela garantia de Deus. Aguardamos a “bendita esperança” da vinda de Cristo, não com dúvidas, mas com inteira certeza. A insegurança surge justamente no momento em que essa confiança for abalada. Quando diminui a certeza sobre o futuro que as Escrituras denominam de “vida eterna”, apaga-se a luz da esperança.




Nem a tribulação que Deus nos manda para produzir a perseverança e desenvolver o caráter de Cristo (“experiência”) deve abalar a esperança cristã. Pelo contrário, aqueles que, como Paulo, mais aflição passam, são os que mais esperança possuem (Rm. 5:3-4).




Escrito por Pr.Russell Shedd
                                                         

   A ESPADA DA VERDADE


"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." Hebreus 4:12
O AMOR É O VÍNCULO DA PERFEIÇÃO
Nós observamos que no transcorrer da história humana existem alguns marcos. Por exemplo, a história está dividida em “antes” e “depois” de Cristo.  Assim como acontece na história também acontece na vida cristã, “antes” de Cristo, perdido pecador e “depois” de Cristo, redimido pelo poder do sangue de Jesus Cristo. Com esse mesmo pensamento, o casamento tem como marco divisório o “antes” do SIM e “depois” do SIM.
Antes do “SIM” são sonhos, projetos, planos e a teoria para a vida conjugal feliz.
Depois do SIM é o sonho se tornando realidade, o florescer do fruto e a farta colheita da decisão de constituir um lar e colocar em prática os planos, projetos da vida conjugal.
O casamento é assim, juntar duas pessoas numa união completa que descreve com vigor a beleza do casamento que Deus planejou. Deus não pretendia deixar o homem sozinho, então, Ele lhe deu a companheira perfeita e adequada. Quando um homem e uma mulher se casam, eles formam uma nova unidade. São duas pessoas que se tornam uma.
Em Colossenses 3:14 está escrito: “E sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vinculo da perfeição”.
O amor, Vínculo da Perfeição! Quero frisar a declaração bíblica que o amor é o vínculo da perfeição, sendo assim não é um amor qualquer.
Quero apresentar-lhes o Vínculo da Perfeição para o casamento bem sucedido.
As pessoas costumam dizer que para durabilidade de um casamento deve estar firmado no amor.
A maioria das pessoas antes do “SIM”, do namoro até o casamento, estão sempre juntinhos, falando baixinho um com o outro, expressando admiração um pelo outro, se elogiando, compartilhando opiniões, gostos, histórias familiares, interesses e conhecimentos acerca de vários assuntos.
Mas depois de dizer “SIM” nos votos matrimoniais, diante de Deus e dos homens, fazem do Depois do “SIM” o marco de uma grande tragédia. Deixam de andar juntos, de expressar admiração, de compartilhar opiniões, interesses, a ponto de o lar se tornar algo indesejável. Isso acontece porque entram no casamento com o sentido de amor distorcido, um amor egoísta, que busca a própria satisfação e interesse e por isso vivemos num período com muitos casamentos conturbados e desestruturados, prestes a ruir ou até mesmo já destruídos.
O casamento só vai ser bem sucedido se estiver firmado no amor Bíblico que é o vínculo da perfeição. Com base nesta declaração bíblica quais as marcas desse amor? A primeira marca desse amor é que ele é uma...
1. DÁDIVA (Presente de Deus – Romanos 5:8 – “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”).
Este amor não é um amor qualquer. É um amor que começou com Deus, onde Ele mesmo “prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, seu único filho, sendo nós ainda pecadores”.
Este é o amor perfeito de Deus, que pela fé encontramos na graça, nesta dádiva, neste presente do próprio Deus.
Aos que professam e dão testemunho desta fé podem dizer que são participantes da dádiva, do presente de Deus, quando receberam o Senhor Jesus como Senhor de suas vidas.
Sendo assim a Bíblia declara em Romanos 5:5 que “o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”.
É com este mesmo amor que recebemos como dádiva, um presente de Deus, que devemos constituir o casamento, um amor que provém do próprio Deus.
Somente com amor de Deus é possível transpor qualquer barreira, problema, provação, tentação que surgir na vida conjugal.
Somente com o amor bíblico que poderão transpor qualquer barreira e preservar a admiração pelo seu cônjuge, e serem eternos namorados.
Assim como Deus nos amou sendo nós ainda pecadores, ame um ao outro ainda que as imperfeições humanas apareçam.
As pessoas entram no casamento querendo apenas receber amor. A Bíblia declara que melhor é dar do que receber (Atos 20:35), não havendo assim, atitude de egoísmo, quando ambos se presenteiam com a dádiva do amor recebido de Deus.
Portanto o amor bíblico, o amor de Deus é o vínculo da perfeição! Com base nesta declaração bíblica quais as marcas desse amor? A segunda marca desse amor é que ele é uma...
2. DECISÃO (expressão da vontade) “Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao SENHOR; Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela; Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo”. Efésios 5:22, 25 e 28.
O amor é matéria da vontade. Um dia a decisão orar, decisão de declarar o amor e propor oração conjunta, onde ambos querem saber se estão na vontade de Deus.
Entendendo que estão debaixo da vontade de Deus, há a decisão de construir o sonho do casamento.
É preciso haver decisões de ambas as partes e compartilhar em amor os mesmos objetivos.
Podemos decidir amar ou não, assim como podemos decidir obedecer ou não a qualquer outro mandamento bíblico.
Antes do SIM amar ainda é uma opção. Depois do SIM, diante de Deus e dos homens é mandamento.
A declaração depois do SIM, "Eu simplesmente não a amo mais" é um ato de pecado! E se porventura passar isso pela mente algum dia, é preciso se arrepender e corrigir tomando a decisão de amar!
Quando discordâncias sérias se acumulam no casamento e não são resolvidas é porque um ou ambos os cônjuges não está decidindo mostrar amor.
O amor precisa ser expresso em ação, pelo que dizemos e fazemos. Não devemos amar só por palavras, mas por atos e em verdade. Isto é um princípio vital em cada lar. Devemos dizer coisas amáveis, temos que agir em amor.
Costumo dizer que os mesmos gesto de carinho que havia no namoro deve permanecer e ser cultivados novos gestos de carinho. Mas infelizmente muitos casamentos caem na rotina e perdem as características, não havendo a decisão de cultivar a cada dia.
Cristo nos amou enquanto ainda éramos pecadores, não porque éramos tão amáveis que ele não pôde se conter. Da mesma maneira decida amar o seu cônjuge independente de suas qualidades ou defeitos.
O amor de Deus é o vínculo da perfeição! Com base nesta declaração bíblica quais as marcas desse amor? A terceira marca desse amor é que ele é uma...
3. DOAÇÃO (Dar a si mesmo é a essência do amor) “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16.
            Um dia houve a decisão de orar, declarar e propor oração e até que se fizesse conhecido se era a vontade de Deus para as vidas.
            Em determinado momento de suas vidas tiveram que juntos fazer o planejamento de seus sonhos, o tão esperado casamento.
            Portanto, posso dizer que ouve renúncia e doação. 
Uma exigência básica para resolver desacordos que surgiram no transcorrer da vida é a vontade de darmos a nós mesmos pelo bem do outro.
A lição fundamental do amor de Cristo é que devemos desistir de nossos próprios desejos pelo bem do outro, mesmo quando ele ou ela não está agindo da maneira que pensamos que deveria.
Não diga, "Eu mudarei se ele ou ela também mudar." Se uma ação é boa para o outro, faça-a, não importa o que ele ou ela está fazendo.
Jesus não causou o nosso problema de pecado, mas ele sacrificou-se para prover uma solução para o problema do pecado, sendo nós ainda pecadores.
Um cônjuge frequentemente criticará: "É culpa dele (ou dela), então que ele (ou ela) resolva". Mesmo se isso for verdade, ajuda? Em vez disso, pense, "O que posso oferecer para fazer — como posso envolver-me para ajudar a resolver este problema?"
Doação é renunciar a si mesmo em benefício do próximo e no casamento o próximo é o cônjuge.
O amor é se importar com o bem estar do outro. Quando ambos querem consentir e renunciar pelo bem do outro se segue uma doação contínua.
Conclusão:
            O amor de Deus é o vínculo da perfeição que deve ser partilhado como dádiva, favor imerecido, graça de Deus no casamento. Também envolvendo a cada dia a decisão de amar e renunciar o próprio interesse em ato de doação ao outro.
Que o casamento seja para a honra e glória de Deus.
Pr. Renato

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